A escrita
•A escrita, como todas as grandes descobertas, não foi inventada de uma vez só, mas empregou longos séculos para se produzir, se completar, se aperfeiçoar. Os fatos parecem demonstrar que cada sistema de escrita é independente dos demais e não constitui um aperfeiçoamento dos anteriores.
•É importante abandonar de uma vez para sempre a idéia de uma “evolução” da escrita: há “evolução” dentro de cada sistema, maior ou menor conforme os casos, mas não de um sistema para outro. Não há “passagem” entre eles, e tudo indica que a sua invenção tenha respondido, para cada um, a intenções diferentes.
•A escrita é apenas um – provavelmente o mais perfeito e o menos obscuro – entre inúmeros outros sistemas de linguagem visual: a essa mesma categoria pertencem os desenhos, a mímica, os códigos de sinais marinhos e terrestres, luminosos ou não, os gestos, em particular a linguagem por gestos dos surdos-mudos
PICTOGRAFIA
•pictus” (latim) = pintado; “grafe” = descrição. Escrita figurada usada pelo homem primitivo para fixar nas paredes das cavernas seus principais feitos, cenas de caçadas, objetos de uso pessoal, etc.
•Tanto quanto se pode saber, as pinturas e esculturas das grotas pré-históricas não respondiam nem a uma intenção estética, isto é desinteressada, tendo em vista exclusivamente a beleza, nem a uma intenção racional, isto é, lógica, tendo em vista a fixação e a transmissão do pensamento.
•Muitos sábios pensam que todas essas produções, mesmo as mais caprichadas, não respondem somente a uma necessidade estética mas também a práticas de magia.
•A cabeça do leopardo gravada na madeira da lança foi efetivamente feita para conferir-lhe uma virtude mágica; mas permite, igualmente, ao possuidor encontrar a sua arma, se a arma dos vizinhos não tiver o mesmo sinal; ela se transforma, assim, em marca de propriedade.
•O ramo deixado no chão por um motivo mágico pode servir, muito utilmente, para lembrar o caminho; ele se transforma então, se for necessário, em sinal mnemônico.
•Os “petróglifos”(desenhos gravados na pedra) jamais chegaram a constituir um sistema regular de notação de linguagem.
•Encontram-se sinais geométricos ou estilizados ao lado das imagens propriamente ditas, isto é, figuras de homens, animais ou de plantas.
Mesopotâmia
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•Nono milênio antes de Cristo
•Época em que as sociedade de caçadores-colhedores cediam passo ao estilo de vida agrícola
•Uma série de peças de argila com marcas e formas distintas, usadas para contar ovelhas, gado e outros animais, e mercadorias de vários tipos como óleo e grãos.
A ESCRITA MNEMÔNICA
•Mesmo que possam sugerir algumas idéias, não se comparam a um sistema de escrita, cuja função é a de exprimir todas as idéias.
•Quipos (Incas) – Os quipos são a única forma de escrita tridimensional do mundo. Eles combinam variáveis como cores, grossura dos nós e tipo de material para constituir mensagens complexas. Essa escrita é original da América e não apresenta relações com as escritas surgidas em outros continentes.
a) cordão amarelo, para registro do ouro;
b) cordão branco, para a prata;
c) cordão verde, para os cereais;d) cordão vermelho, para os soldados, etc..
•Os quipos formavam um sistema de fios amarrados através do qual se registrava a informação, que podia tratar-se de notícias, total de produtos e subsistências alojadas em depósitos estatais.
•Os quipos continuam a ser utilizados em povoados indígenas, onde servem para registrar os produtos das colheita e os animais das comunidades.
•Nos quipos somente estavam os resultados das operações matemáticas realizadas anteriormente nos ábacos ou yupana.
•Os ábacos podiam ser de pedra gravada ou de barro.
•Ambos tinham casilleros que correspondiam às unidades decimais e contavam com a ajuda de pedras ou grãos de milho.
•Wampuns (iroqueses) – colares de conchas justapostas, cujas combinações formam figuras geométricas. Alguns deles chegam a empregar seis ou sete mil conchas. Sua significação repousa nas cores das conchas e nas figuras formadas:
– um machado significa guerra;
– Cores brilhantes reservadas aos objetos agradáveis;
–Cores sombrias reservada às coisas tristes
–Negro e violeta: perigo
–Branco – paz
–Vermelho - guerra
A ESCRITA FONÉTICA
•Visa reproduzir a sucessão de sons de uma palavra. As escritas fonéticas ora são silábicas, ora são alfabéticas, isto é baseadas nos elementos irredutíveis da palavra.
•ESCRITA SILÁBICA – o sistema se funda em “grupos de sons” representados por um sinal.
•ESCRITA ALFABÉTICA – cada sinal corresponde a uma letra. Representa uma complexidade maior de ordem ideológica, mas uma inestimável simplificação técnica.
•A letra, sem existir por si memsa no interior da linguagem, é indispensável para a existência da sílaba, que seria, no fundo, a “unidade” da linguagem.
•Sumerianos e antigos egípcios: tiveram a idéia de usar um pictograma, designando não o objeto por ele diretamente representado, mas um outro objeto cujo nome lhe era foneticamente semelhante.
•Desenho de um gato (chat)
•Desenho de um pote (pot)
•Chapéu (chapeau)
•É a substituição dos signos com base no som que traz as palavras à nossa consciência.
ESCRITA IDEOGRÁFICA
•Começou por representar os objetos por um sinal que os interpretasse graficamente e as idéias por outros sinais adequados.
•Cuneiformes
•Hieróglifos
•Chinês
•A passagem decisiva das peças para a escrita ocorre quando os símbolos adquirem uma sintaxe.
•Um sistema que representa três ovelhas por três símbolos de ovelha (ovelha, ovelha, ovelha) é categoricamente distinto daquele que representa as mesmas três ovelhas por duas peças, uma delas representando a ovelha e a outra o número.
•É a sintaxe que faz com que uma linguagem seja uma linguagem.
•É a sintaxe que torna um sistema gráfico “gerativo”, permitindo a combinação e recombinação de símbolos para expressar uma ampla variedade de significados.
•Signos passam a ser vistos como a representação de palavras e não de coisas.
•Surgem os primeiros textos literários escritos em cuneiforme.
Escrita Cuneiforme
•Escrita que, no dizer dos especialistas é um resumo, são desenhos simplificadas, representando, de maneira estilizada, uma cabeça de boi, a fim de designar um boi. (austera, geométrica abstrata).
•São pictogramas onde cada um representa um objeto ou um ser específico.
•Combinando vários pictogramas, pode-se mesmo expressar uma idéia – ideograma.
•O signo para cerveja, na tabuinha cuneiforme representa a cerveja, e não propriamente a palavra cerveja. Da mesma forma o signo para cesta não representa necessariamente a palavra cesta; pode representar apenas um objeto, uma cesta.
•Se o signo é apropriado para representar a palavra sexta, ele passa a ser logográfico, torna-se a representação de uma palavra.
•As escritas são logográficas na medida em que os símbolos utilizados passam a representar os principais constituintes gramaticais da língua, a saber, as palavras.
•Signos que normalmente representam uma coisa passam a representar a palavra com os mesmos sons;
ESCRITA CHINESA
Os chineses começaram por desenhar os próprios objetos que queriam representar. Como os primeiros caracteres fossem insuficientes, combinaram-nos entre eles para representar as idéias abstratas.
Mas, em vista da complicação daí resultante, imaginaram em seguida considerar os caracteres como sinais, não mais de certas idéias, mas de certos sons.
Cada caracter podia ter mitos sentidos diferentes.
Para indicar o verdadeiro sentido, faz-se acompanhar o sinal fonético de um sinal comlementar ideográfico, chamdo chave, cada um reservado a uma categoria do pensamento.
•A forma e o número dos traços são cuidadosamente delimitados.
•Há teoricamente nove traços.
•A observação raigorosa do número e da forma dos traços é o único meio de evitar toda confusão entre dezenas de milhares de caracteres diferentes utilizados na escrita.
•Os caracteres chineses são sempre dispostos em linhas verticais, indo de alto a baixo e da direita para a esquerda.
ESCRITA HIEROGLÍFICA EGÍPCIA3.100 a C
ESCRITA HIEROGLÍFICA EGÍPCIA3.100 a C
•É feita de desenhos admiravelmente estilizados: cabeças humanas, animais diversos, plantas e flores.
•É constituída por três espécies de símbolos: os pictogramas, os desenhos estilizados, representando coisas e seres, com combinações de símbolos para exprimir idéias, os fonogramas ( desenhos que representam sons) e os determinativos, símbolos que permitiam saber a que categoria de coisas e e seres pertenciam.
•Signos complexos eram compostos combinando os signos mais simples, cada um dos quais representava um som tirado de um signo simples, juntamente com um determinativo especificando o domínio a que pertencia a palavra.
•Número de símbolos: passou de 700 a cinco mil.
•O mais frequente é que as linhas dos hieróglifos sejam lidas da direita para a esquerda. O sentido da leitura é indicado pela orientação, pela direção das cabeças humanas ou dos pássaros: o leitor deve ler indo em direção à face ou ao bico.
•Os hieróglifos podem também ser escritos de baixo para cima, ou, alternadamente, da direita para a esquerda, e na linha seguinte, da esquerda para a direita, como “o boi que vem e vai, fazendo sulcos na terra”.
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•Escrita cuneiforme
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•Escrita cuneiforme que utilizava apenas 22 signos todos consoantes.
•As vogais, não existentes, eram estabelecidas de acordo com a fisionomia das palavras.
•Pode tratar-se da primeira escrita alfabética.
•HEBRAICO QUADRADO
•Só possui consoantes
•É lido da direita para a esquerda
ESCRITA ÁRABE
•É escrito e lida da direita para a esquerda e não possui vogais.
•Compreende 18 letras, que associadas a pontos, perfazem um total de 29.
•Na escrita cursiva os caracteres ligam-se uns aos outros.
•Presta-se a inúmeras formas, a prodigiosas metamorfoses
•A religião muçulmana , ao proibir de representar o rosto de Deus, fez com que a escrita se tornasse o elemento decorativo essencial das mesquitas e de todos os os outros monumentos.
É a base fundamental da arte dos arabescos
ALFABETO GREGO
•Os gregos a fim de criar suas vogais tomaram emprestado do alfabeto aramaico vários signos que, embora representando consoantes, não existem na língua grega:
A alfa, E epsílon, O ômicron, Y ipsilon
•No século V ª C , o alfabeto grego já existia, comportando 24 signos ou letras, sendo 17 consoantes e sete vogais.
•Já existiam letras maiúsculas (gravar sobre pedras) e minúsculas (escrever sobre papiro).
•Desde o séc. III ª C. , a letra lapidar floresce sobre os monumentos do Império Romano.
•A “quadrata monumentale” romana é obra do buril e do cinzel, tanto quanto da sombra e da luz.
•São sempre letras capitais.
•Bastante quadrada em seus primórdios, a quadrata, com suas hastes grossas, continuará por muito tempo fiel a seu aspecto monumental.
•Ainda hoje, é o protótipo universal das inscrições sobre os monumentos.
• Manuscrito INDIANO do século XIX.
• Está escrito em “nâgari”, uma das línguas dentre as milhares de outras no mundo ditas “vernaculares” porque usada por um grupo humano restrito.
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•A composição de uma letra pintada com iluminuras passava por várias etapas:
–Um traçado a lápis de todos os elementos do quadro(letra, cenário, personagens)
–Uma passagem de tinta antes da aplicação da douradura e a inserção dos toques de cores entrelaçadas e sublinhadas de tintas sombrias.
A cor vermelha, largamente utilizada era obtida através de uma mistura de mínio e de branco, ou do amarelo-ovo, que proporciona um brilho lustrado.
Do uso do mínio derivam os termos “miniatura” e “miniaturista’’.
Tipologia: 4.Conjunto de caracteres tipográficos usados em um projeto gráfico.
Tipografia: 1.Arte de compor e imprimir com tipos.
2.Estabelecimento onde essa arte é praticada.
3.Seção da oficina onde se realiza o trabalho de composição.
Tipo:Nome dado a um caractere, alfanumérico ou não, usado na composição de textos. Um conjunto de tipos é chamado de fonte.
Componentes dos caracteres
•Hastes
•Serifas
Hastes
• Retas — como nos caracteres I; L; E; F; H; 1 & i; 1.
•Quebradas — como nos caracteres A; V; W; N; M; K; Y; Z; X & z; x; y; w; k.
•Curvas — como nos caracteres O; Q; C; S & c; o; s & O; 3; 9.
•Mistas — como nos caracteres G; D; U; J; P; B; R & j; e; a; g; m; n; u; r; h; b; d; p; q; f & 2; 6; 9; 5.
•As hastes podem ser uniformes, quando sua espessura permanece constante.
•Podem ser moduladas, quando sua espessura varia de forma equilibrada e gradual.
•As hastes horizontais são denominadas barras. As hastes curvas são chamadas flexões.
•Outras denominações são: barriga do caractere, quando os tipos possuem hastes curvas, como é o caso dos caracteres p; b; d; a; etc.
•Alguns caracteres possuem traços terminais, que, pela sua forma, são chamados ganchos. r; t; f; j
•O comportamento retangular é proporcionado quando as palavras são montadas com letras maiúsculas (caixa alta), formando faixas com pouca ou nenhuma variação na sua forma. ASDFGHJK
•O comportamento ondulado é proporcionado quando as palavras são formadas por letras minúsculas (caixa baixa). Devido à variação dos desenhos, com hastes ascendentes e descendentes, produzem uma sensação agradável para os olhos de quem as lê.
•Analisando a caixa baixa, temos, estruturalmente, o núcleo da letra, que forma a faixa tonal propriamente dita, e as hastes ascendentes e descendentes, que proporcionam uma graduação de grises, dando às frases uma forma agradável à leitura. asdfghjk
Serifas
•Analogamente às hastes, as serifas podem ser uniformes ou moduladas.
ESTILOS DE CARACTERES
•Romano
•Egípcio
•Gótico
•Etrusco
•Manuscrito
•Fantasia
Estilo Romano
•O Romano é um grupo grande, cujas origens estão na redescoberta e interpretação renascentista das inscrições gravadas nos arcos de triunfo e nas lápides do Império Romano.
•O grupo divide-se em Romano antigo, Romano da transição e Romano moderno.
•As famílias elzevirianas, o Caslon e o Garamond, são exemplares típicos do Romano antigo.
•O Baskerville reflete bem as características formais do Romano de transição, que se liga ao Romano antigo e ao Romano moderno. O protótipo do Romano moderno, com um contraste marcante entre a espessura das hastes e seus remates finos e retos, é o Bodoni e também o Didot.
Romana antiga
•Criada pelos franceses no século XVIII, inspirada na escrita monumental romana, que era gravada a cinzel triangular em pedra ou bronze, produzindo contraste entre as hastes e as suas serifas triangulares. Proporciona ao leitor um inconsciente descanso visual, decorrente do contraste harmonioso aliado à leveza do desenho de suas serifas ao ornamentar as aparas da extremidade de suas letras. Apesar de desenha das há séculos, são imbatíveis na área editorial para grandes volumes de textos, alcançando o maior grau de legibilidade de todas as famílias.
Romana Moderna
•Este grupo caracteriza-se por ser uma evolução dos romanos clássicos, em que os desenhistas acentuaram o contraste entre as hastes e substituíram as serifas de forma triangular por aparas retilíneas nas extremidades, característica essa herdada do alfabeto grego. Criados pelos italianos, no século XVIII, os romanos modernos trouxeram sensível melhora na legibilidade das letras, tomando-as mais leves e belas.
•Esteticamente agradáveis, apesar de frágeis, porque o desenho de suas hastes tem espessuras muito finas (tanto quanto as serifas, que comprometem a reprodução dos textos, principalmente em sistemas de impressão em que o texto necessita passar por um processo de reticulagem).
Estilo Egípcio
•O Egípcio é um grupo caracterizado pelas serifas retangulares e de espessura uniforme. Muitas das principais famílias desse grupo possuem nomes oriundos do Egito, como Karnak, Memphis e Luxor. Segundo a tradição, isso se deve à expedição de Napoleão Bonaparte ao Oriente Médio em 1798, acontecimento que despertou o interesse dos europeus elevou à descoberta do patrimônio da cultura egípcia.
Estilo Gótico
•Contemporaneamente ao surgimento das grandes catedrais góticas, os caracteres minúsculos romanos carolíngios foram substituídos nos séculos XI-XII, nos países de língua alemã, pela escrita gótica.
•Gutenberg e os primeiros impressores no século XV criaram os caracteres de imprensa, seguindo os modelos góticos manuscritos.
•Mais tarde, com o predomínio dos caracteres latinos, o estilo gótico sobreviveu principalmente na Alemanha e permanece até hoje um fiel representante da história e cultura desse país. Alguns representantes do gótico são os tipos Schwabacher e o Fraktur.
Etrusco
•O Etrusco (também conhecido com os nomes de Grotesco ou Bastonete) é um grupo cujos tipos são caracterizados por hastes de espessura uniforme e desprovida de serifas.
•Os caracteres etruscos foram mais uma inovação do século XIX. O primeiro tipo sem serifas, chamado paradoxalmente “Egípcio”, foi apresentado em 1816, na Inglaterra.
•Os tipos maiúsculos etruscos, como o Futura, são baseados nas proporções do alfabeto romano clássico. Outras famílias representativas desse grupo são Helvética, News Gothic e Univers.
Manuscrito
•O Manuscrito é um grupo cujos tipos se baseiam nos vários estilos da escrita manual (p. ex., letra inglesa). Algumas famílias importantes nesse grupo são as do Coronet, Mistral, etc.
Fantasia
•O grupo Fantasia inclui tipos exóticos, muitas vezes extravagantes que não se enquadram nos demais conjuntos.
•Uma fonte tipográfica implica o conjunto completo de sinais alfabéticos (caracteres maiúsculos e minúsculos) e para-alfabéticos (números e sinais de pontuação) que integram um determinado alfabeto em um de seus corpos disponíveis.
•Qualquer um dos milhares de conjuntos de caracteres que mantêm as mesmas características, independentemente de sua inclinação, da espessura ou força de suas hastes e da largura relativa de seus tipos, é denominado família.
•Cada família se subdivide, de acordo com a força das hastes de seus caracteres, em: Thin (magro ou ultraclaro), Light (claro), Medium, Regular ou Book (normal), Semibold ou Demibold (meio-preto), Bold (negrito) e Black (ultranegro).
•Cada família se subdivide, de acordo com a largura relativa de seus caracteres, em: Ultracondensed (ultracondensado), Condensed (condensado), Normal, Expanded ou Extended (expandido), Ultra expanded ou Ultra Extended (ultra-expandido).
•Cada família se subdivide, de acordo com a inclinação de seus caracteres, em: Roman (redondo) e Italic (itálico).
http://www.publispain.com/superfuentes/k.htm
http://www.misprintedtype.com/
• Manuscrito INDIANO do século XIX.
• Está escrito em “nâgari”, uma das línguas dentre as milhares de outras no mundo ditas “vernaculares” porque usada por um grupo humano restrito.
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